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Desde que começou a cantar, aos sete anos, sempre soube o que queria. E também o que não queria. Daí a imagem de santinha que tanto insistiu em persegui-la. Hoje, com “27 anos na cara, casada” e divulgando o primeiro disco solo, a cantora expõe um lado mais melancólico em Manuscrito e se lança a novos objetivos, como ter um filho e escrever um livro. Em vez de plantar uma árvore, prefere gravar “um disco só cantando Tom Jobim”.